Nota de repúdio

Nós, da Coletiva Vulva da Vovó, repudiamos todo e qualquer ato de violência contra a mulher, especificamente os recentes acontecimentos midiatizados que envolveram o transporte público e privado. O primeiro com a jornalista e escritora Clara Averbuck, estuprada por um motorista da Uber, e o segundo  com uma passageira de ônibus na Avenida Paulista, que foi violentada por um homem que ejaculou em seu rosto enquanto ela dormia (o nome da vítima é ocultado por razões legais e por respeito à sua decisão).

A naturalização da violência sexual é inaceitável, bem como sua regulamentação tendo como base uma legislação que é dissonante da realidade, gerando aberrações, como é o caso da jovem passageira de ônibus, em que o estupro foi considerado mero ato de “importunar alguém em local público de modo ofensivo ao pudor”.

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