Decolonialidade: Poéticas da Resistência

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A Coletiva Vulva da Vovó, junto a outrxs coletivxs de teatro de São Paulo, realizará a ocupação DECOLONIALIDADE: POÉTICAS DA RESISTÊNCIA, no Teatro de Arena entre os dias 4 de outubro e 12 de novembro.

Vai ter feminismo intersecional, teatro periférico, mulher falando sobre processo artístico e núcleo de dramaturgia conduzido por mulher ocupando espaço público, SIM!

confere a programação e não perde, não!

“Decolonialidade: poéticas da resistência – projeto de ocupação do Teatro de Arena – se propõe, através do campo artístico e simbólico, a fomentar o debate sobre a decolonialidade como resistência cultural, considerando sempre a intersecção das categorias sociais de raça, gênero, sexualidade e classe na discussão.

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Os espetáculos a compor a mostra são: Os Famintos, da Fricção Coletiva; Sobre as baleias, da Coletiva Vulva da Vovó; Labirinto Selvático do Grupo Rosas Periféricas; Manuela, da Companhia do Feijão e Em caso de emergência quebre o vidro, da Companhia Do Miolo.

Manuela - foto Cacá Bernardes (33) (1)

A ocupação começa dia 4 de outubro com a performance Xoxota da Barbie da artista Edi Cardoso e com a mesa-redonda ‘La mujer selvagem: a criatividade como resistência’ sob os cuidados da professora doutora Carla Cristina Garcia, das atrizes Edi Cardoso e Cleide Queiroz e da dramaturga Maria Shu.

Foto- Arô Ribeiro -7354 (1).jpg

Pra completar, vai rolar toda sexta à tarde (das 14h às 17h) um Laboratório de dramaturgia para mulheres coordenado pelas dramaturgas Maria Fernanda De Barros Batalha, Natália Xavier e Erica Montanheiro. Será um espaço de troca, então vale gente que já escreve há anos e gente que está começando a escrever agora. As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de setembro pelo e-mail nsxnataliaxavier@gmail.com com breve carta de interesse.

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Os trabalhos artísticos se baseiam em pressupostos decoloniais, intersseccionais e feministas. Sim! As latinas, as lésbicas, os negros, as negras, as periferias, as mulheres produzem e, portanto, também pensam teatro. Os espetáculos caminham por linguagens variadas e trazem perspectivas plurais ao pensar uma poética da resistência.

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‘Em resposta, Gwala perguntava: Que direito moral tem o acadêmico de julgar meu estilo de escrita? Que diretriz, além da cultura de dominação, ele aplicou?’|Couro Imperial: raça, gênero e sexualidade no embate colonial, Anne McClintock”

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