cartazIIO Festival Autônomo Feminista teve sua primeira edição em março de 2014, no Tendal da Lapa, região oeste da grande São Paulo. O evento foi concebido e organizado pelo Coletivo 2ª Opinião, responsável também pelo espetáculo A Casa dos Homens contemplado pelo Programa de Ação Cultural Primeiras Obras do Estado de São Paulo – 2013/2014 – com temporada realizada na sede da Cia. Antropofágica, Espaço Pyndorama, também na zona oeste de São Paulo.

No final do ano de 2014 o Coletivo 2ª Opinião se desfez e um novo grupo de cultura feminista foi formado, a Coletiva Vulva da Vovó, que conta com grande parte dos ex-integrantes do 2ª Opinião.

A Coletiva Vulva da Vovó compartilha do pressuposto político e estético de luta contra o racismo e o patriarcado de seu grupo antecessor, por essa razão foi decidido que o Festival Autônomo Feminista teria uma segunda edição em 2015 para que fosse possível continuar o trabalho de difusão do debate sobre gênero pautado pelo Coletivo 2ª Opinião.

Em 2015, o Festival aconteceu nos dias 28 e 29 de março (sábado e domingo) no espaço do CDC City Lapa onde costumam ocorrer diversas programações envolvendo a comunidade em atividades formacionais, educativas e políticas de modo a ampliar os espaços de discussão política e social na região da Lapa.

Durante os dois dias de Festival houve mesas redondas com temas cartazIpertinentes à luta anti-patriarcal como, por exemplo, debate sobre feminismo negro e uma conversa com as Mulheres da Esperança (moradoras da ocupação Esperança em Osasco, São Paulo, que se encontram uma vez por semana para compartilhar experiências de gênero atreladas à reivindicação política por moradia junto ao poder público), dentre outros bate-papos.

Também foi possível assistir a apresentações de dança, performance e teatro, com grupos de produção artística que se tornaram parceiros nessa edição do Festival.

Em 2016, o III Festival Autônomo Feminista teve um expressivo número de participações. Realizado no dia 2 de abril, na sede da Cia. Mungunzá de Teatro na região do metrô Armênia, o Festival contou com apresentações de performances, debates interseccionais, roda de samba e uma linda apresentação de rap coletivo. CARTAZ2016

O III Festival Autônomo Feminista foi também uma homenagem à companheira Juliana Molás, fotógrafa talentosíssima autora do trabalho “Mãe de Homem” exposto no I Festival Autônomo Feminista. Juliana partiu no primeiro semestre, vítima de câncer.

 

FOTOS DOS FESTIVAIS

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